sábado, 3 de outubro de 2009

Depois de tanta demora...


... comprei meu ingresso para a pré-estréia de Lua Nova (new moon), o segundo da saga crepusculo (the twilight saga). O filme estreia no dia 20 de novembro de 2009, não vejo a hora desse dia chegar, foram muitos meses de espera. Para quem não sabe Lua Nova, o segundo filme da saga, continua a história de Bella e Edward, uma especie de romance proibido, pois Edward é um vampiro e Bella uma humana. Após de acontecer um acidente na casa de Edward, em que Jasper, seu irmão quase morde Bella, Edward decide tirar Bella desse perigo e nunca mais vê-la, apesar de Bella não concordar ele vai do mesmo jeito. Meses se passam e a vida de Bella parece não ter mais sentido, ela decide procurar o amigo dela, Jacob, que nem aparece muito no primeiro filme, mas vai ganhar papel de destaque nesse. Jacob ajuda ela a viver um pouco mais após essa perda. Um pequeno engano aconteceu e Edward pensa que Bella morreu, ao saber disso Edward tenta se matar, mas para matar um vampiro é muito dificil, para isso iria precisar da ajuda dos Volturi, um clã de vampiros que moram na Itália. Para evitar que isso aconteça Bella tem que ir para a Itália e provar que está viva. Mas eles não conseguem sair facil de lá não, os vampiros tem regras, e uma delas é não deixar que nenhum humano saiba de sua existência, depois de muita discussão eles conseguem sair da Itália com vida.

O terceiro trailer e na minha opnião o melhor de todos é esse aqui:
http://www.youtube./watch?v=5pqPsdYAqDA

A autora da saga, confessa que a capa do livro Lua Nova , não tinha um significado, como todos os outros.

Bom, essa foi a minha primeira postagem espero que tenham gostado,
Carol.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Os Filhos de Anansi

Há muito tempo eu queria ler algo de Neil Gaiman, tudo começou quando eu assisti ao filme Coraline. Esse tom de fantasia em que você se sente na pele do personagem e fica desesperado para saber como vai sair de alguma situação que não parece ter jeito, me encantou muito, não digo que isso só se encontra nas obras dele, mas quando leio as coisas que ele escreve eu sinto isso, diferente de qualquer autor. Desde então fui correndo atrás de sebos a procura de algum livro dele (fato impossível de se achar em Recife), até que vi numa loja, dois exemplares de Os filhos de Anansi, acho que eram os únicos livros dele que se encontravam pela loja toda. Comprei e passei a me aventurar nessa viagem de Gaiman.

O livro conta a estória de Charles Nancy (Fat Charlie), que tinha uma relação nada agradável com seu pai. Na opinião dele, o sr. Nancy era muito constrangedor e por causa disso o fez viajar e morar muito longe do seu pai, na Inglaterra. O fato é que que Fat Charlie não conhecia muito seu pai. Não sabia que ele era Anansi, o brincalhão trapaceiro deus-aranha. Não sabia que tinha um irmão e nem sequer imaginava no que sua vida se transformaria após tomar conhecimento disso. Viagens ao mundo dos deuses e dos homens, mistérios e revelações são frequentes nesse intrigante livro.


O escritor britânico Neil Gaiman, autor de livros como "Deuses Americanos", "Os Filhos de Anansi", "Belas Maldições", "Coraline"... Também foi roteirista de filmes como "Beowulf", e de algumas adaptações de seus livros como "Coraline" e "Stardust". Há uma série televisiva de um livro seu chamado "Lugar Nenhum" feita pela BBC nos anos 90. Gaiman é também o roteirista da aclamada série de HQs Sandman e de outras adaptações da Marvel e da DC Comics.

(Aguardem por novos posts sobre Neil Gaiman)

domingo, 20 de setembro de 2009

No Ar = Noir?




















































































No Ar Coquetel Molotov 2009. Posso dizer que eu esperava ansiosamente por esse festival,comprei os ingressos assim que saiu pra vender e fiquei na expectativa pelo dia. Lá no Teatro Guararapes no Centro de Convenções, além de rever as mesmas pessoas, foi legal conferir os espetáculos que lá tocaram. Bandas como Jam da Silva (o qual eu não vi, não sei por quê), Tiê e Thiago Pethit, que eu esperava muito para assistir, principalmente por causa da Tiê, porém o que me chamou mais a atenção foi ver o bolero/tango de Pethit, cuja a música me fez parecer que estava num bar em Buenos Aires. Embora muita gente discorde do que eu falo, dizendo que ele chegou para estragar a apresentação, eu diria que ele foi o que mais se destacou entre os dois, pelo menos tocaram mais músicas de Tiê do que a dele, e como eu conhecia mais as músicas dela, saí no lucro.
Depois chegou a vez do francês Sebastién Tellier, vou dizer que por descuido cheguei no final da apresentação logo nas duas últimas músicas (se bem que me disseram que ele tocou apenas cinco), mas assim que cheguei, me impressionei por uma jam muito instigante. Eu esperava outra coisa, mas não música desse tipo, fui totalmente tragado pelo som que mais tarde fui logo correr atrás de seu trabalho.
Após um tempo começou a atração principal, a banda americana Beirut... Foi um bom show, repertório legal, presença de palco muito legal também, porém apesar de ser uma banda inovadora eu tenho o costume de dizer que Beirut é sempre mais do mesmo sendo repetitiva demais suas músicas, mas foi um bom show, deu pra curtir bastante e pelo que eu percebi divulgou muitas músicas novas que são boas pra caramba. Enfim esse foi o primeiro dia do festival e o único que eu fui, na minha opinião os anteriores a esse foram mais convidativos tendo melhores apresentações e atrações, mas mesmo assim não deixa de ter o glamour da cena "Cult" da cidade do Recife... (Que ridículo).

sábado, 13 de junho de 2009

Ócio criativo hereditário

Está no sangue, tudo que é forma de apreciação pela arte se encontra em nossa família, desde pequenos fomos educados a produzir sempre, criar e nunca mais parar com isso, fazer falar a alma sempre foi um exercício muito praticado por nós desde os tempos das fraldas sujas.



Meu pai sempre acha que falta um pouco de coisas para completar o espaço ou simplesmente morga do ambiente atual. Essa semana ele pegou um de seus vários livros sobre arte, pintura etc e viu em um deles pequenos quadros para, sei lá, decorar a cozinha... Como graças a Deus, há horas de descanso na sua vida rotineira, ele pensa "Que é que eu vou fazer, vou assistir televisão? Não". Chamou a mim e a minha irmã e fomos fazer esses tais quadros:



Enquanto meu pai fez o trabalho dele em 10 min. eu demorei praticamente uns 25 min. para terminar o meu, por causa do cuidado das sombras, escolha de cor e tudo mais, minha irmã demorou 1 hora, por aí.



No final, cada um fez o seu (entendam isso como "meu pai finalizou o trabalho"), e botamos lá na cozinha para alegrar o trabalho da nossa diarista... sorte dela

terça-feira, 9 de junho de 2009

Explosions in the sky



Eu gosto muito de filmes e já cheguei a imaginar e aposto que a maioria de vocês também, em como seria interessante ter uma trilha sonora das nossas vidas. Eu sou um cara que sempre tem que manter a mente ocupada com alguma coisa, para mim arrumar a casa, escrever coisas, lavar pratos, tomar banho ou até mesmo andar nas ruas sem pelo menos ouvir alguma coisa é totalmente agoniante por isso sempre saio com meu mp4 nas ruas (claro que isso é normal para todo mundo).

Pois bem, do nada eu encontrei essa banda e de início é estranho pra quem não curte muito o som instrumental, mas a sensação de andar e parecer trilha sonora de um filme da sua vida é bastante confortante.

Explosions in the sky é uma banda formada nos Estados Unidos de post rock formada em 1999, está incluída na cena independente do país gravando seus discos na Temporary Residence Limited, ao que parece o grupo fez trilha sonora para dois filmes: Tudo pela Vitória (Friday Night Lights, EUA, 2004) e Garota da Vitrine (Shopgirl, EUA, 2005), além do seriado Grey's Anathomy. A banda é formada por Munaf Rayani(guitarra), Mark Smith(guitarra), Michael James(baixo) e Chris Hrasky(bateria).

Esse é o meu conselho para quem quiser tornar a vida um pouco mais musical

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mare nostrum (O mar é nosso)

Domingo, dia de e do sol, dia livre para descansar, sentar no sofá e botar os pés pro alto. Você vai a uma locadora, fica sentado no sofá comendo sorvete, vendo Faustão e estragando seu dia até ele acabar e começar a cansativa semana de novo. Geralmente é isso o que acontece comigo (tirando a parte de ligar a TV), mas nesse domingo não...

O bom de se morar numa cidade litorânea é você curtir a praia. Eu não sou muito chegado a ficar torrando no sol, mas não é por isso que vou odiar o litoral, há várias coisas legais pra se curtir lá mas pra mim ficar a beira-mar só significa uma coisa... futebolzinho quando a maré seca.

Peladas aos domingos é chutar canelas, reclamar porque a barra do time adversário está menor do que a sua, pedir próxima porque está com uma dor enorme na perna, ficar para a próxima por que a partida valeu um gol que seu time levou em menos de 5 min., ficar esperando horas para sair o gol do final da partida e você finalmente entrar em campo, deixar os trombadinhas entrar, reclamar por uma falta que não existiu, reclamar dos passes errados, falta de dominação da bola e gols perdidos, gritar altos palavrões na hora do gol "empurrado" e o melhor de tudo é que quando o jogo acaba por que todos estão cansados é mendigar água e biscoitos na casa dos que moram mais próximos.

Por consequência desse dia maravilhoso, vou ter que aguentar a semana com contusões na perna e dores pelo corpo todo, mas será um sofrimento válido.

[Essas fotos foram tiradas na câmera do celular e com rapidez para escapar de assaltos (isso explica a má qualidade das imagens)]

sábado, 6 de junho de 2009

Manos de Tijeras

É engraçado como aquelas velhas lembranças voltam em nostalgias de surpresa. Escutei em um site/podcast pela internet um programa dedicado especialmente ao filme "Edward Mãos de Tesoura" no qual me impressionou muito. Eu sempre gostei dessas fantasias criadas por Tim Burton, todo esse mundo gótico e normal ao mesmo tempo me faz pensar na importancia que é contar histórias mas que preservem uma mitologia única para demonstrar o cotidiano das pessoas, como nesse caso no filme, um ser que nunca havia saído da mansão em que morava antes por praticamente ter uma característica que é estranha para os olhos de outras pessoas e que se vê de repente no meio do mundo comum (comum até demais, como retratado no filme, reparando até a mesmice que são as casas, os carros e tudo mais) e por causa de ser uma novidade e diferente do que já viram, as pessoas passam a o admirar como a um brinquedo novo e então as pessoas começam a se enjoar dele e no final das contas ele acaba sozinho de volta a mansão, no qual considera como seu devido lugar porém levando consigo a infinita lembrança das pessoas que ele amava deixadas para trás.

Nem me lembro quantas vezes eu assisti a esse filme numa sessão da tarde, mas quando eu o revi agora me fez pensar em coisas a mais. Tem sempre aquela história de que quando você vai crescendo e amadurecendo, você começa a perceber melhor coisas que passava a toda hora nos seus olhos de criança e nem chegava a perceber. O fato de crescer já lhe põe uma diferença nas mãos e te leva ao mundo normalzinho demais. Tem gente que se se adapta, mas tem gente que prefere voltar a mansão de onde sempre morou, sendo o que sempre foi e vivendo o presente do mesmo jeito. Então foi refletindo nisso que cheguei numa conclusão; de que viver é respeitar as diferenças. É uma conclusão bem clichê e todo mundo já deve ter chegado nisso, mas pra mim essa é uma das várias mensagens que se podem ver assistindo ao filme, com certeza quando eu vir esse filme mais vezes no futuro vou chegar em outras conclusões sobre tantas outras coisas. Com certeza esse é o melhor filme de Tim Burton.

PS: (Procurem escutar a trilha sonora do filme feita por Danny Elfman)

Homenagem


Só pra lembrar o quanto eu amo a minha mãe!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Momento "José Sarabagos"


Esse e o primeiro momento "José Sarabagos" onde vamos fazer uma seção de poesias... Sim, sejam elas nossas, ou de autores que lemos e que gostamos. Então por que não começar com um poema escrito por Pepê? Segue logo abaixo...

(Sonho de Água/ Reflexos na chuva)

"Mais do que superar um dia cansativo;
Mais do que aguentar um cotidiano repetido;
Mais do que tentar juntar um coração partido;
É viver a cada dia sendo mais imaginativo.

E como é dura uma vida de luz;
Não basta apenas se servir de iluminária
Ou também como de fonte secundária
A tudo aquilo que lhe faz jus.

Pois o segredo de aturar essa doutrina, antes mal entendida;
É olhar a essa chuva de verdade e sentir uma grande felicidade
De ver minha luz em cada gota refletida.

É nesse contexto, mostrando minha face agora despida;
Que não receio em dizer nem ao menos esclarecer
Que a chuva salva a minha vida."
(Pedro Victor Ayala - 24/05/2009)

Dedico essa poesia ao amor que eu sinto pela chuva (que decadente).

Na falta do que fazer...

Pior do que acordar cedo, encarar as maluquices e os estresses das pessoas do seu dia-a-dia e voltar para casa cheio fome é acontecer tudo isso e não ter nem sequer a carne do almoço de antes ontem guardado na geladeira em tapaué porque ninguém quis comer, esperando por ti... Esses fatos só acotecem por que tem gente que anda ocupada mesmo.
Assim que abro a porta de frente, vejo a cara de Sarabagos já mendigando para comida de verdade depois de ter se "deliciado" com seu banquete de ração, a minha cara era quase a mesma. Fui até o armário da cozinha procurar pelo menos por um biscoito mayzena, mas nem isso tinha...
"Caraca", eu pensei, num vou passar a noite faminto não, até parece que fizeram um arrastão aqui em casa. Daí Sarabagos me deu uma idéia, vou lá ligar pra minha mãe pedindo na cara de pau para trazer uma coisa legal.
-"Alô, mãe?"
-"Oi meu filho" ¬¬
-"Vê só, não tem nada na despensa, tampouco na geladeira... Será que a senhora não poderia trazer nada pra mim, não?"- Claro que como boa mãe, ela sabia que não tinha nada em casa, nessa hora ela estava fazendo feira, para assim abastecer os suprimentos da casa.
-"Tá bom meu filho, eu levo pão com presunto e queijo..."
-"Pô mãe!(interjeição de menino ingrato) A senhora não podia pelo menos trazer uma coisa nova sabe só pra inovar."
-Você quer inovação não é? Ok.
Com isso desligou o celular e eu já tava feliz da vida, fiquei esperando até ela voltar. Quando ela chegou em casa veio com umas batatas fritas com cara de smile...
Pô cara, isso nem dá pra encher a barriga, mas eu gratifiquei minha mãe pelo menos no quesito de originalidade, afinal foi esse o meu critério. No final acabou sendo que meu jantar foi um banquete de sanduíches "a lá Chaves" acompanhado com smiles vindo dos quadrinhos...

This Chips are afraid of me...
Why so serious?

domingo, 31 de maio de 2009

Primeira mesa redonda (literal mente)


Isso mesmo! Depois de tantas idéias guardadas por muito tempo em nossa mente, o blog "Sem ser a mente" finalmente sairá grandiosamente, elegantemente, inesperadamente, indiscretamente, incrívelmente, estupendamente e ridiculamente... legal.

Depois de tantas discursões fervorosas, nosso incrível mascote "Sarabagos" teve a esplendorosa idéia de formar este blog, foi preciso horas para criar o nome e muitas discursões foram feitas desde então, mas é neste dia que é declarado o desapego a sanidade, a elegância da TV brasileira, as muitas horas perdidas dos futuros leitores. Senhoras e senhores é nessa exata noite sem sono que damos início ao "Sem ser a mente".

Somos Pedro Victor (o "
Pepê"), Maria Carolina (a "Loli" ) e o poodle falsificado Paco Do Domun (o "Sarabagos") e a partir desse momentos iremos escrever todo o nosso cotidiano de meninos de prédio, toda uma vida sofrida de um nerd, e uma luxuosa vida de um cão mequetrefe , então continue nos lendo e até mais
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